Resenha crítica – filmes – The Perfect Date ( O Encontro Perfeito)

A mais nova produção da Netflix, “The Perfect Date” trata da história de um aluno de classe média que sonha em ir para Yale. Sua vida acadêmica sempre foi dedicada a isso e com boas notas, ele vê seu sonho cada vez mais perto. Contudo, além dele não ter o dinheiro suficiente para pagar a universidade, ele simplesmente não consegue se definir em palavras e fazer sua carta de apresentação a universidade. Diante desses dois empasses, ele tem uma ideia que poderia ajuda-lo a conseguir o dinheiro e se autoconhecer: ele e um grande amigo desenvolvem um aplicativo para gerenciar encontros. Ou seja, caso uma garota precise de um acompanhante especifico ele será a companhia ideal, seja para acompanha-la em uma festa, em uma exposição de arte ou até mesmo para pedir conselhos amorosos.

Ao acessar o aplicar o aplicativo, a garota preenche uma série de perguntas de como seria o cara ideal para a situação que ela precisará dele e assim, Brooks munido das informações importantes poderá proporcional o encontro ideal para a garota:

Quem espera um filme na mesma linha do ” Para todos os garotos que amei” como eu esperava, pode desistir. “The Perfect Date” não chega nem aos pés da produção passada da Netflix em diversos aspectos: a história é bem fraca, pouca desenvolvida e previsível. A temática dos encontros ideais simplesmente não é abordada no filme, sendo apenas um distante pano de fundo. O filme é uma promessa não cumprida!

Os temas são lançados nos 10 minutos iniciais do filme e você fica esperando que seja a história divertida e romântica mas nenhuma das características se realiza. Outra ponto que me decepcionou foi a atuação de Noa. Em outros filmes do mesmo gênero Noah Centineo conseguiu ser o cara do bem perfeito que fez com que muitas meninas saíssem suspirando após o assistir. Já neste longa ele aparece apático, sem nenhum carisma ou qualquer expressão que nos fizesse torcer por ele.

Outra personagem bem mal explorada é a da Camila Mendes que mal aparece no filme, e nas suas raras aparições ela é a cópia de sua personagem Verônica, de Riverdale. Uma cópia mais sem sal, digasse de passagem.

A única personagem que é interesse e faz com que o filme não seja uma perda de tempo é Célia, a garota que foge do padrão das riquinhas de seu colégio e mostra uma personalidade forte, tanto no sentido de impor seus valores, como no sentido de assumir seus erros e enganos, o que não é muito comum para adolescentes de 16 anos.

Caso alguém esteja procurando algo do gênero comédia romântica teen recém lançada, sugiro a ” Loja de Unicórnios”, também uma produção da Netflix, que dá um show de roteiro, interpretação e mensagens a serem absorvidas.

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