Desapegar ( de tudo) é preciso!

A primeira e mais difícil decisão já foi tomada, seja por sua parte ou seja por parte dele: o término. Agora é a hora de desapegar e começar uma nova vida. Não me refiro ao desapego pela pessoa mas sim pelas lembranças e memórias, o que é bem mais complicado. É difícil passar por determinados lugares e não lembrar da pessoa ou de algum momento engraçado que ali foi vivido ou mesmo, apenas um caminho rotineiro de vocês.

Para quem morava junto, acho que o primeiro passo é se mudar. Parece radical mas é a forma mais eficaz de eliminar de vez um lugar que lhe trará toda hora alguma lembrança. Para quem não tem condições de fazer isso, a solução seria uma repaginada no visual da casa. Mudar os móveis de lugar, pintar um nova cor nos cômodos da casa e se o orçamento permitir, comprar uns quadros novos. É impressionante como um quadro, ou qualquer obra de arte de um modo geral, é capaz de modificar completamente o visual e a energia do lugar.

Outra solução é dar fim aos presentes e objetos da pessoa. Você deu um prazo para ele buscar os pertences dele. Se em até dois meses ele não pegou é porque não faz falta para ele né. Então doe! Com certeza terá muita gente que achará utilidades para esses objetos esquecidos. Mas caso você esteja precisando de uma verba extra para a reforma  da casa, conforme sugerimos acima, super recomendo o site Enjoei ( clique aqui para conhecer). É um site em que você de cadastra e eles fazem uma lojinha para você vender seus desapegos ou comprar os desapegos dos outros. Tem muita coisa legal lá! Eles cobram uma taxa de 20% pela venda do produto ( que eu acho alta) mas justifica-se pela super estrutura que eles têm, tanto de anunciar seus produtos, como nas formas de repasse do dindin. Então é caro mas vale a pena. Eu vendo meus trecos lá, desde 2012 hahaha. E caso você não consiga vender, eles não cobram nada, ao contrário de sites como o Mercado Livre, por exemplo.

Agora que você já está de casa nova e se livrou dos cacarecos do outro, vem o restabelecimento da sua vida social. Sua cidade é muito grande e bacana e com certeza tem milhares de lugares ótimos para se conhecer. Você não precisa continuar frequentando os mesmos lugares de antes, só para ter a certeza que quando você menos esperar, topará com o ex por lá. Super desnecessário, né?! Então agora é a hora de vestir sua camiseta de aventureira e descobrir uma nova cidade dentro da sua própria cidade. Além de mudar o habitat, essa atitude é uma boa alternativa para conhecer pessoas fora do seu atual ciclos de amigos e assim expandir seus contatos e as chances de conhecer um novo prospect.

E vocês, o que sugerem de dicas para a gente acrescentar aqui nessa listinha pró-desapego?

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7 comentários em “Desapegar ( de tudo) é preciso!

  1. Concordo com o que você disse, desapegar é preciso.
    Quando passo por algum término, me permito sofrer por um tempo, mas coloco um prazo para isso, ninguém merece ser hopeless para sempre. Depois desse curto espaço de tempo, mudo meu visual, começo uma dieta detox de sentimentos ruins, mudo até as músicas que escuto… apago tudo do celular, das redes sociais e não fico stalkeando o dito cujo. Não há fórmula certa para desapegar, certo?! Mas o primeiro passo é querer isso e let it go. 😀

    Um beijo!

    1. Concordo com tudo o que vc disse! O primeiro passo para a cura é a aceitação né rsrsrs. O período de “luto” é necessário da mesma forma que é preciso ter um limite para isso. Fico agoniadissima com pessoas que ficam vigiando o outro pelas redes sociais ou criando situações para “encontrar” o outro. Num dá né… Tem que evoluir e permitir que novas pessoas e coisas ganhem novos espaços! =***

  2. Voltei, fiquei um tempinho afastada, mas com você preciso de tempo. rsrs Eita teminha complicado! Sempre temos que nos livrar de algo, nessas situações é mais complicado porque, a sensação é de deixar a pessoa duas vezes. E como você disse, não faz diferença quem terminou, é sempre difícil. Já usei todas essas técnicas, mas uma que funciona comigo é próxima daquela de mudar os locais por onde iam juntos, é realmente mudar a rotina. Coisas bobas, mas que faziam parte do dia a dia. Por exemplo, se lia o jornal antes do café, passa a ler depois ou se chegava em casa e colocava sempre as chaves na mesinha, colocar um porta chaves na porta. Parece bobo, mas o cotidiano é a pior parte pra mim. É como se fosse uma sequência que terminava ou passava por ele e agora não faz mais. Não sei se consegui explicar direito. Funciona bem pra mim, a mudança no visual vem depois disso e o cabelo é o último. rsrs Estou com a Camila, já te disse isso, tenho um tempo certo pra sofrer, depois é só mudanças. Doem, mas são necessárias. Estava com saudades de comentar aqui. rsrs Agora vou em frente para o próximo. Beijoo 😉

    1. Eu estava sentindo sua falta rsrsrs! E estou em dívidas com você mas pretendo pagar hoje: a tag!
      Vc se expressou bem… pelo menos eu acho que sim, pois foi isso que eu quis colocar aqui também… as pequenas mudanças são mais efetivas a curto prazo do que as mudanças radicais. Mudar a rotina do dia a dia faz um bem danado, quando queremos esquecer alguém. Tem gente que faz o contrário. Que procura manter tudo como está.
      Infelizmente, há uns anos atrás perdi um amigo em um acidente de carro. Ele estava noivo e morando com a noiva. A noiva, durante uns 06 meses não mudou nada. Até as chaves ( que vc citou), ela não deixava que a gente tirasse da mesinha… Foi um processo muito dificil para todos mas chegou uma hora que tivemos que dar um “sacode” nela, que aquilo não o traria de volta e que ela precisava voltar a viver. Voltar a viver não era esquecer. Mas graças a deus, hoje ela tocou a vida dela para frente, está bem… e finalmente conseguiu tirar as chaves da mesinha rssrs.

      1. As chaves, acho que são bem simbólicas mesmo. Que bom que ela tem amigos bons o suficiente, pra ajudar numa hora dessas. Nesse caso, nem sei o que faria, mas acho que mudaria tudo também. No meu caso, realmente não tenho tempo pra sentir dor ou luto, nem pela minha mãe pude ter meu tempo de luto. Meu jeito foi esse, mudei tudo, tudo mesmo. Com ex namorados não é diferente. É como você disse, “voltar a viver, não é esquecer.” Apesar de que com ex, eu esqueço mesmo. rsrs E a vida segue né? 😉

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